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Financiamento do BID promete economia de R$ 400 milhões ao Paraná

O Governo do Paraná prevê uma economia de R$ 400 milhões ao contratar um empréstimo de US$ 100 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento para fortalecer o...
Foto: relogio

O Governo do Paraná anunciou que deverá economizar cerca de R$ 400 milhões ao optar pela contratação de um crédito internacional de US$ 100 milhões, autorizado recentemente, junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Essa decisão foi divulgada durante a primeira reunião do Conselho Gestor do FUNDO Estratégico do Paraná (FEPR), realizada no dia 19 deste mês.

A escolha do financiamento externo é considerada mais benéfica em comparação ao uso de recursos próprios do caixa do estado, permitindo ao Paraná realizar investimentos de maneira mais moderna e eficiente. Com essa estratégia, o governo busca aumentar sua capacidade de atrair empresas, gerar empregos e impulsionar setores prioritários da economia.

Análises da Coordenação de Gestão da Dívida Pública (CDP) do Tesouro Estadual, vinculada à Secretaria de Estado da Fazenda, indicaram que essa abordagem preserva a liquidez financeira, mantém a rentabilidade e amplia os investimentos em áreas como desenvolvimento econômico, inovação e sustentabilidade.

O secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, ressaltou que a operação de crédito é frequentemente mal interpretada como um endividamento negativo. Ele defendeu que, na realidade, esse tipo de financiamento é uma ferramenta que possibilita ao estado manter os investimentos e fomentar o desenvolvimento sem prejudicar sua saúde financeira.

A operação foi sancionada pela Lei nº 23.193/2026, que destinará US$ 95 milhões para a capitalização do FEPR e US$ 5 milhões para a gestão e governança do programa. Além disso, o estado comprometerá uma contrapartida de US$ 50 milhões, que será liberada em três etapas.

Em termos financeiros, o custo estimado dessa operação com o BID gira em torno de R$ 894 milhões, enquanto o uso de recursos internos com base no CDI teria um custo projetado de R$ 1,3 bilhão. A diferença entre esses valores representa uma economia potencial de R$ 400,62 milhões para o estado.

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