A proposta encaminhada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, tem gerado divisões entre os parlamentares. O PL ainda não decidiu se apoiará ou não o projeto e orientou seus deputados a não se manifestarem publicamente. Alguns, como o deputado Coronel Tadeu, já demonstraram sua contrariedade, afirmando que a medida não cria riqueza e, na verdade, distribui prejuízo.
Por outro lado, a base governista se mostra quase unânime em apoio à proposta. A deputada Erika Kokay ressalta que acabar com a jornada 6×1 é uma defesa da vida, enquanto Benedita da Silva destaca que a jornada atual sobrecarrega os trabalhadores e retira direitos, enfatizando que trabalhar não deve resultar em exaustão.
A definição do resultado pode depender de parlamentares que não estão alinhados diretamente ao PT ou ao PL, o que remete a uma possível polarização no Congresso. No União Brasil, por exemplo, há divergências, com o deputado Kim Kataguiri se manifestando contra o texto atual.
Ele ressalta que não há soluções fáceis e que a aprovação da PEC pode ocorrer pela covardia dos parlamentares em um ano eleitoral. Motta indicou que a votação do projeto deve acontecer em maio deste ano.






