Um jovem de 20 anos, filho de um tenente-coronel da Polícia Militar, foi preso após uma série de acidentes na Rue Padre Agostinho, no bairro Bigorrilho, em Curitiba. O rapaz dirigia um BYD quando bateu em três veículos diferentes na madrugada deste domingo (18). De acordo com o boletim de ocorrência, o jovem estava embriagado quando as colisões aconteceram. Ele colidiu primeiro com um Nissan March, de um cadete da Polícia Militar, e fugiu sem prestar auxílio. Em seguida, bateu em um Nissan Kicks e um Renault Kwid. Quando foi parado por policiais, o rapaz falou em tom arrogante e alto, afirmando que o pai, tenente-coronel da Polícia Militar, resolveria o problema. Quando o pai chegou, ele pediu que o filho deixasse o local do acidente. Os policiais pediram que o jovem voltasse para o teste de bafômetro, mas ele se recusou. Por isso, e por sinais de embriaguez, ele foi detido e encaminhado para a Delegacia de Delitos de Trânsito. Ele deve responder por conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada e deixar o local do acidente. O pai do jovem também foi encaminhado para prestar esclarecimentos e pode responder por tentativa de fraude processual. A assessoria de imprensa da Polícia Militar se negou a se pronunciar sobre o caso.
Um jovem de 20 anos, filho de um tenente-coronel da Polícia Militar, foi preso após uma série de acidentes na Rue Padre Agostinho, no bairro Bigorrilho, em Curitiba.
Um jovem de 20 anos, filho de um tenente-coronel da Polícia Militar, foi preso após uma série de acidentes na Rue Padre Agostinho, no bairro Bigorrilho, em Curitiba. O rapaz dirigia um BYD quando bateu em três veículos diferentes na madrugada deste domingo (18).
o jovem estava embriagado quando as colisões aconteceram. Ele colidiu primeiro com um Nissan March, de um cadete da Polícia Militar, e fugiu sem prestar auxílio.
Em seguida, bateu em um Nissan Kicks e um Renault Kwid. Quando foi parado por policiais, o rapaz falou em tom arrogante e alto, afirmando que o pai, tenente-coronel da Polícia Militar, resolveria o problema.
Quando o pai chegou, ele pediu que o filho deixasse o local do acidente. Os policiais pediram que o jovem voltasse para o teste de bafômetro, mas ele se recusou.






