Para Thaís Boamorte, participação da comunidade e ações efetivas são cruciais para mitigar os problemas causados pelo excesso de fios.
Conselheira LGBTQIAPN+ do Grupo aRede, Thaís Boamorte, destaca a necessidade de fiscalização e participação comunitária para resolver o problema da fiação aérea em Ponta Grossa.
A conselheira da Comunidade LGBTQIAPN+ do Grupo aRede, Thaís Boamorte, expressou preocupação com o impacto negativo do excesso de fiação aérea em Ponta Grossa. Segundo ela, a situação afeta a estética da cidade e a segurança dos moradores.
Boamorte, que também é advogada, militante, integrante do Comitê Estadual LGBT e presidente do Conselho Municipal LGBT, ressalta que, embora o cabeamento subterrâneo seja uma solução, seu alto custo dificulta a implementação em larga escala.
Participação Comunitária e Fiscalização
Diante desse cenário, a conselheira defende a participação ativa da comunidade na busca por soluções. Ela sugere que os moradores denunciem fiações soltas e cobrem fiscalização eficiente por parte dos órgãos competentes.
“Visualizar um centro mais limpo, seguro e valorizado – onde a paisagem é composta por arquitetura, calçadas e arborização, e não por fios expostos – é um objetivo possível e desejável. Trabalhar por esse futuro depende de diálogo, planejamento e engajamento coletivo”, completa Thaís Boamorte.
A iniciativa do ‘Conselho da Comunidade’, composto por lideranças da sociedade civil, busca debater temas relevantes para a cidade, com o objetivo de impactar positivamente a vida dos cidadãos.








