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Exposição Africana do MON Ganha Novo Diálogo com o Contemporâneo

A exposição 'África' no MON ganha nova ativação com obras que celebram o Ano da França no Brasil, promovendo intercâmbio cultural....

Mostra no Museu Oscar Niemeyer é renovada com obras que celebram o Ano da França no Brasil, promovendo intercâmbio cultural e artístico.

A exposição 'África' no MON ganha nova ativação com obras que celebram o Ano da França no Brasil, promovendo intercâmbio cultural.

A exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”, em exibição no Museu Oscar Niemeyer (MON), foi revitalizada com a mostra “Intersecções contemporâneas – Ano da França no Brasil”, inaugurada na Sala 4. A curadoria é assinada por Renato Araújo.

A secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, destaca a importância da cooperação cultural para gerar novas formas de diálogo e criação. A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, ressalta que a mostra promove um diálogo entre a arte africana tradicional e sua relevância no cenário contemporâneo.

A renovação da exposição coincide com as comemorações do ano Brasil-França, celebrando dois séculos de relações diplomáticas. A nova edição é resultado de uma parceria entre o MON, a Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY) e o Instituto Tomie Ohtake, propondo um intercâmbio cultural e artístico.

Intersecções Contemporâneas

A mostra apresenta dois projetos simultâneos. O primeiro consiste na instalação de vídeos das artistas Josèfa Ntjam e Tuli Mekondjo, que abordam a diáspora africana na França, com curadoria de Nadine Hounkpatin.

O segundo projeto, com curadoria de Paulo Miyada e Ana Roman, explora o tema “Errâncias: Entre Brasil, França, África e Caribe”, a partir de residências oferecidas pelo Instituto Édouard Glissant, na Martinica, a artistas de diversas partes do mundo.

A participação dos artistas brasileiros Rayana Rayo e José Eduardo Ferreira Santos resultou na criação de obras exibidas na exposição. A mostra consolida um processo de valorização da arte africana no MON, que abriga uma das mais importantes coleções do gênero na América Latina.

O curador Renato Araújo explica que a exposição apresenta intervenções ligadas à França e à Martinica, explorando formas, gestos e narrativas próprias em diálogo com o acervo do museu. A mostra visa articular memória, origem e deslocamento, ampliando a compreensão do legado africano e seus desdobramentos no contexto brasileiro.

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