O ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor perdeu os títulos reais após acusações de envolvimento com o criminoso Jeffrey Epstein. Acusações envolvendo documentos confidenciais e laços com Epstein levaram Andrew a ser detido. As investigações apontam que ele teria repassado informações sigilosas ao criminoso sexual.
O impacto dessas suspeitas foi determinante para que o rei Charles III desse início ao processo que retirou os títulos reais do irmão. Andrew também foi informado de que deveria desocupar a Royal Lodge, residência com 30 cômodos localizada nos arredores de Windsor.
O ex-príncipe também enfrentou acusações feitas por Virginia Giuffre, que alegou ter sido vítima de Epstein. Uma fotografia mostra Giuffre ao lado de Ghislaine Maxwell, ex-namorada de Epstein, e Andrew. Desde 2019, Andrew deixou os compromissos públicos e, em 2022, chegou a um acordo extrajudicial com Giuffre.
O ex-príncipe construiu trajetória na Marinha Real Britânica, com participação ativa durante a Guerra das Malvinas em 1982 na função de piloto. O casamento com Sarah Ferguson, realizado em 1986, lhe conferiu o título de Duque de York. Da união nasceram as princesas Beatrice e Eugenie. Depois do divórcio, em 1992, Andrew assumiu a função de representante do Reino Unido para Comércio Internacional, buscando atrair investimentos ao país. Toda ligação oficial com a coroa britânica foi cortada depois das denúncias públicas em 2019.






