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Ex-gerente de banco é investigada por golpe milionário na Grande Curitiba

Uma gerente de relacionamento de um banco é investigada por golpe milionário contra clientes de uma agência em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A...


Uma gerente de relacionamento de um banco é investigada por golpe milionário contra clientes de uma agência em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A suspeita é de que mais de R$ 1 milhão tenha sido desviado.

A investigada trabalhou por quase 22 anos em uma agência do Banco do Brasil localizada no Centro do município. Ao longo dos anos, ela construiu uma reputação de confiança e se tornou responsável pelo atendimento das contas consideradas mais valiosas da agência. As informações são da Ric RECORD.

Gerente de banco movimentava conta de clientes sem autorização na Grande Curitiba

As suspeitas começaram quando clientes perceberam movimentações financeiras que não haviam autorizado. Entre elas estavam saques, transferências e outras operações realizadas sem o conhecimento dos titulares das contas.

Diante das denúncias, o banco iniciou uma investigação interna que confirmou as irregularidades.

De acordo com o procedimento administrativo, a ex-gerente teria aberto contas, incluído titulares em contas correntes e poupanças, realizado pelo menos 34 resgates de valores em planos de previdência privada e contratado operações de crédito sem autorização das vítimas.

Investigação sobre ex-gerente aponta mais de R$ 1 milhão no golpe na Grande Curitiba

A Ric RECORD teve acesso a documentos que mostram saques realizados em caixas eletrônicos 24 horas e transferências destinadas a contas administradas pela própria gerente. Segundo os levantamentos do banco e da Polícia Civil do Paraná, o valor total que teria sido apropriado pela investigada supera R$ 1 milhão.

O delegado Thiago França explicou que a suspeita pode pegar pena acima de 12 anos. Além disso, ela responde pelo crime de furto qualificado e invasão de sistema eletrônico.

“As penas podem superar 12 anos. Ela responde pelo crime de furto qualificado e também por invasão de sistema eletrônico. É muito importante, além de saber o que aconteceu, é para onde foi o dinheiro e se é possível recuperar”, disse o delegado.

Ex-colegas afirmam que suspeita tinha padrão de vida elevado

Clientes desconfiados da situação passaram a registrar boletins de ocorrência e formalizar denúncias junto à instituição financeira. A apuração também contou com a colaboração de ex-colegas da suspeita.

“Vivia o final de semana alugando lancha, indo para a praia, Ilha do Mel, fazendo viagens, roupas caríssimas de marca. Ela havia comprado uma casa, um triplex. Disse que tinha arrumado um namorado, que era um jogador de futebol. Pra gente, esse cara tava pagando tudo pra ela. No fim das contas, descobrimos que, inclusive, ela ajudava ele”, disse um ex-colega da investigada.

Outra testemunha também afirmou que a suspeita “tinha um padrão de vida bem diferente” dos outros funcionários da agência bancária.

Com informações: Banda B.



Fonte:A Rede PG

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