Os Estados Unidos enviam 12 caças furtivos F-22 para Israel, maior reforço militar desde a Guerra do Iraque. As aeronaves serão posicionadas em uma base no sul do país, estratégica para ajudar na interceptação de mísseis e drones disparados pelos Houthis, do Iêmen, durante o conflito de junho de 2023.
Além disso, três aviões-tanque norte-americanos pousaram no Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Israel. A medida coincide com a elevação do nível de alerta no país, após indícios de um possível ataque conjunto entre Israel e os EUA contra o Irã.
O presidente Donald Trump voltou a ameaçar ações militares contra Teerã caso não haja negociações para um novo acordo nuclear. Ele mencionou a presença do porta-aviões Abraham Lincoln e de caças F-35 na região, reforçando a postura de segurança dos EUA.
Autoridades iranianas descartam conversas sob ameaça, com seu ministro das Relações Exteriores afirmando que negociações só ocorrerão sem pressões. O país também anunciou preparação total das Forças Armadas para responder a qualquer agressão e classificou eventual ataque dos EUA como o 'início de uma guerra'.






