Um áudio enviado por Renan Walflor, preso na quinta-feira (11), veio a público após ele ser acusado de torturar, espancar e abusar sexualmente da ex-companheira, a dentista Kauany Tonndorf, de 24 anos, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Na gravação, encaminhada à vítima depois das agressões, o homem pede perdão e tenta convencê‑la a retomar o contato. Renan afirma que não seria um “monstro” e pede para que a jovem “volte atrás um pouquinho”, alegando que a situação poderia “piorar” caso ela seguisse adiante com a denúncia. “Por que você não consegue me dar uma oportunidade, velho? Volta atrás um pouquinho, amor. Depois vai ser muito sofrido pra gente, amor, a gente vai sofrer demais cara. Eu não sou esse monstro, vida”, disse o acusado. A dentista relata cárcere privado, tortura e abusos sexuais. Segundo o relato da vítima, o episódio envolveu agressões físicas e psicológicas, além de abusos sexuais. Kauany afirmou ter sido espancada com socos, chutes, puxões de cabelo e chineladas, além de sofrer injúrias e ameaças de morte durante o período em que ficou presa na residência do então companheiro. As agressões só cessaram quando a dentista conseguiu fugir do local. Ela contou, em entrevista exclusiva ao Balanço Geral Curitiba, como o relacionamento se tornou abusivo ao longo do tempo e detalhou os momentos de violência vividos durante o cárcere. Renan Walflor foi preso e responde por uma série de crimes, entre eles tentativa de feminicídio, estupro de vulnerável, tortura, lesão corporal, ameaça e registro não autorizado de intimidade sexual. O caso segue sob investigação. A decisão de Kauany Tonndorf de denunciar publicamente o relacionamento abusivo e os episódios de violência gerou grande repercussão nas redes sociais. Internautas passaram a compartilhar mensagens de apoio à vítima e a cobrar responsabilização do agressor. A mobilização resultou na criação das hashtags #JustiçaPorKauany e #JustiçaPorTandorff, que se espalharam em publicações nas plataformas digitais, reforçando pedidos por justiça e visibilidade para o caso.
Um áudio enviado por Renan Walflor, preso na quinta-feira (11), veio a público após ele ser acusado de torturar, espancar e abusar sexualmente da ex-companheira, a dentista Kauany Tonndorf, de 24 anos, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
Renan afirma que não seria um “monstro” e pede para que a jovem “volte atrás um pouquinho”, alegando que a situação poderia “piorar” caso ela seguisse adiante com a denúncia. “Por que você não consegue me dar uma oportunidade, velho?
Volta atrás um pouquinho, amor. Depois vai ser muito sofrido pra gente, amor, a gente vai sofrer demais cara.
Eu não sou esse monstro, vida”, disse o acusado. A dentista relata cárcere privado, tortura e abusos sexuais.
o episódio envolveu agressões físicas e psicológicas, além de abusos sexuais. Kauany afirmou ter sido espancada com socos, chutes, puxões de cabelo e chineladas, além de sofrer injúrias e ameaças de morte durante o período em que ficou presa na residência do então companheiro.





