Em 2025, o dropshipping permanece viável, mas o modelo amador baseado em produtos chineses de baixa qualidade colapsou. A regularização tributária e a exigência de entregas rápidas forçaram a profissionalização do setor. A tendência atual é o dropshipping nacional, que reduz prazos de entrega e elimina a taxação alfandegária. O lucro migrou para quem constrói marca, e as operações que sobrevivem investem em embalagem personalizada, atendimento humanizado e curadoria de produtos.
O dropshipping, modelo logístico em que o lojista vende produtos sem tê-los em estoque e encaminha o pedido ao fornecedor que despacha direto ao cliente, foi a porta de entrada mais popular para o comércio eletrônico na última década.
O dropshipping, modelo logístico em que o lojista vende produtos sem tê-los em estoque e encaminha o pedido ao fornecedor que despacha direto ao cliente, foi a porta de entrada mais popular para o comércio eletrônico na última década. Em 2025, o mercado enfrenta uma ressaca de realidade, e a pergunta que circula nos fóruns e grupos de networking passa a ser “ainda é viável?”
A resposta curta é que o modelo logístico permanece brilhante e veio para ficar, enquanto o modelo de negócio amador, que se baseava em produtos chineses de baixa qualidade e prazos de entrega longos, colapsou.
Fim da vantagem tributária e logística
Dois fatores externos impulsionaram a profissionalização do setor no Brasil. Primeiro, a regularização tributária sobre importações, como o programa Remessa Conforme, eliminou a margem de lucro artificial que dependia da não-tributação.







