O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, esteve presente na final da Copa do Mundo neste domingo (19), em Nova Jersey, onde assistiu à disputa entre Espanha e Argentina. Ao chegar ao estádio em seu helicóptero Marine One, Trump foi recebido com algumas vaias do público, embora a recepção tenha sido menos hostil do que em outros eventos esportivos recentes. Durante o evento, o presidente de 80 anos chegou a tocar no troféu da Copa, demonstrando seu entusiasmo pela ocasião.
Sentado ao lado de Gianni Infantino, presidente da FIFA, e da primeira-dama Melania Trump, o líder norte-americano se levantou para prestar continência durante a execução do hino nacional dos EUA. Enquanto isso, ele expressou sua expectativa em relação ao jogo, mencionando que acreditava que Lionel Messi poderia fazer a diferença para a Argentina, além de enaltecer o trabalho do presidente argentino Javier Milei, que não compareceu ao evento por motivos de superstição.
O ambiente no estádio também contou com a presença de outros líderes, como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney. As relações entre os Estados Unidos e esses países têm sido tensas, especialmente em relação a questões imigratórias e comerciais. Antes da partida, Trump emitiu ameaças de tarifas ao Canadá, em resposta a problemas causados por incêndios florestais que afetaram a qualidade do ar na região.
Em um momento de interação, Trump cumprimentou o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez, que estava acompanhado da família real da Espanha. O presidente dos EUA, que atrelou sua imagem ao evento esportivo, destacou a importância do torneio para promover o futebol nos Estados Unidos, afirmando que o país é, na verdade, um “país do futebol”. Ele mencionou ainda que seu filho Barron, de 20 anos, é um grande admirador do esporte.
Desde que retornou ao Salão Oval em janeiro de 2025, Trump tem buscado fortalecer sua conexão com a FIFA, recebendo Infantino em várias ocasiões. Contudo, sua política de imigração tem gerado dificuldades para alguns torcedores que enfrentaram problemas com vistos para comparecer ao torneio.
Todos os olhares estarão voltados para a atuação de Trump no pódio após o término da partida. No Mundial de Clubes da FIFA realizado no mesmo estádio no ano anterior, o campeão Chelsea enfrentou uma situação inusitada quando Trump permaneceu no pódio após entregar o troféu, o que gerou confusão entre os jogadores. Posteriormente, o presidente alegou ter recebido permissão para manter a taça verdadeira em seu escritório, mas a FIFA esclareceu que o objeto exibido era uma réplica.







