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Donald Trump exige demissão de Jimmy Kimmel após críticas à primeira-dama

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pede a demissão do apresentador Jimmy Kimmel, após comentários feitos sobre Melania Trump em um jantar de correspondentes da Casa...
Foto: relogio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou nesta segunda-feira (27) seu desejo de que a ABC e a Walt Disney demitam o apresentador Jimmy Kimmel. O pedido surge após a primeira-dama, Melania Trump, criticar um comentário feito por Kimmel durante um monólogo no jantar de correspondentes da Casa Branca, realizado no último sábado (25).

No dia 23, Kimmel fez uma observação durante uma paródia do evento, afirmando que Melania Trump "tinha um brilho como o de uma viúva à espera". Essa declaração foi feita em um contexto de tensão, uma vez que o jantar ocorreu em meio a um ataque a tiros que resultou em ferimentos a um agente do Serviço Secreto, quando um suspeito chamado Cole Allen invadiu o local.

A primeira-dama expressou sua indignação em um post no X, descrevendo os comentários de Kimmel como "corrosivos" e um reflexo de uma doença política que afeta os Estados Unidos. Ela pediu que a ABC tome uma posição firme contra o que considera um comportamento inaceitável do apresentador.

Trump, que frequentemente critica programas de comédia e notícias que não lhe agradam, tem pressionado as agências reguladoras a revogar licenças de emissoras que considera parciais. Especialistas observam que as emissoras possuem amplos direitos garantidos pela Primeira Emenda para realizar piadas, mesmo que possam ser consideradas ofensivas.

A questão também coloca uma pressão inicial sobre Josh D'Amaro, CEO da Disney, que assumiu o cargo no mês passado. Melania Trump questionou em sua postagem quantas vezes a liderança da ABC permitirá o comportamento de Kimmel sem consequências.

Em setembro de 2025, o programa de Kimmel foi temporariamente retirado do ar em 70 estações afiliadas à ABC, cobrindo cerca de 25% das residências nos Estados Unidos. A FCC também aprovou uma associação de US$ 3,5 bilhões entre a Nexstar Media Group e a Tegna, embora um juiz tenha suspendido a fusão.

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