O relator do habeas corpus de Hytalo Santos e Israel Vicente sugeriu a liberação da dupla, que está sob prisão preventiva desde agosto de 2025, sob acusações de aliciamento e exploração de menores. A decisão inclui a imposição de tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares.
O desembargador João Benedito argumentou que o tempo de prisão já cumprido justifica a substituição por restrições. O julgamento do caso foi suspenso após um pedido de vista do desembargador Ricardo Vital de Almeida e será retomado em data ainda indefinida.
Atualmente, Hytalo Santos e seu parceiro permanecem na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, em João Pessoa. Caso sejam liberados, deverão usar tornozeleira, não poderão sair de João Pessoa ou Bayeux e terão 48 horas para informar um novo endereço, além de 24 horas para entregar o passaporte.
A defesa argumenta que houve “constrangimento ilegal” pela demora na prisão preventiva, alegando que ambos são réus primários e têm residência fixa. O Ministério Público da Paraíba os acusa de aliciar menores vulneráveis e submetê-los a exploração, enquanto o Ministério Público do Trabalho solicita indenizações significativas e medidas de assistência às vítimas.








