Um mês após ser torturada e mantida em cárcere privado por cerca de 12 horas pelo então namorado, Renan Walflor, a dentista Kauany Tonndorf, de 24 anos, ainda convive com as marcas físicas e psicológicas da violência.
Um mês depois de ter sido torturada e mantida em cárcere privado por aproximadamente 12 horas pelo então namorado, Renan Walflor, a dentista Kauany Tonndorf, de 24 anos, continua a lidar com as marcas físicas e psicológicas da violência. Ela relata que não consegue mais sair de casa sozinha e depende da companhia da família, mesmo para ir a consultas médicas.
O pai da jovem, Valnei Moreno Tonndorf, afirma que a rotina familiar mudou completamente após o episódio. “Hoje mudamos a nossa rotina.
Ela não sai mais sozinha. Antes de sair, a gente olha a rua, dá uma vigiada”, explica.
A mãe de Kauany, Valdirene Golveia de Souza, que trabalha na área da saúde, estava de plantão no dia das agressões. Ela contou que encontrou a filha já na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico.






