O Corinthians enfrentou uma amarga eliminação na Libertadores ao ser derrotado pelo Estudiantes La Plata em um jogo marcado por erros de arbitragem e um desempenho insatisfatório da equipe. A partida, realizada na quinta-feira (17), culminou em um pênalti polêmico aos 100 minutos, que foi confirmado após revisão do VAR. O atacante Memphis converteu a penalidade, levando a bola para fora do bairro de AE Carvalho, na interseção das avenidas Água de Haia e São Miguel, já na Ponte Rasa.
Durante a maior parte do jogo, o Corinthians, sob a direção de Fernando Diniz, apresentou um futebol sem criatividade, lutando para encontrar soluções ofensivas. O Estudiantes, por sua vez, teve uma atuação bastante eficiente, não necessitando de um goleiro em muitos momentos, já que a única finalização certa da equipe adversária ocorreu apenas no final do jogo. O goleiro Muslera, que estava sob forte crítica, não foi exigido a ponto de se destacar na partida.
O Estudiantes La Plata teve um controle considerável do jogo, conseguindo seu gol em uma das poucas oportunidades que teve. A equipe mostrou-se mais organizada e disposta em campo, o que contrastou com o desempenho apático do Corinthians, que não conseguiu se impor, mesmo diante de uma arbitragem criticada por sua atuação. O árbitro venezuelano Jesús Valenzuela teve papel controverso, com decisões que geraram descontentamento entre os jogadores do Corinthians.
A arbitragem foi alvo de críticas, especialmente após um pênalti não marcado para o Corinthians em uma falta clara sobre Gabriel Paulista. A sensação de que o time foi prejudicado foi amplificada pela falta de respostas táticas e técnicas, refletindo um momento de crise na equipe, que não conseguiu mostrar a garra necessária para superar os desafios impostos pelo Estudiantes e pela arbitragem.
Com esta derrota, o Corinthians se despede da Libertadores, deixando seus torcedores desapontados e com um sentimento de que a equipe poderia ter apresentado um futebol mais competitivo. A expectativa agora é que a diretoria tome medidas efetivas para reverter a situação e preparar o time para os próximos desafios, especialmente em um ambiente onde a pressão por resultados é crescente e as críticas se intensificam a cada partida sem vitória.





