A Copa do Mundo de 2026 marcará um momento inédito na história do torneio, pois será a primeira vez que o evento ocorrerá em três países simultaneamente. Estados Unidos, Canadá e México se unirão para receber a competição, que está programada para acontecer entre os dias 11 de junho e 19 de julho. Com um total de 48 seleções, este será o maior Mundial já realizado, superando as 32 equipes que participaram da Copa do Catar.
Para acomodar o aumento no número de seleções, o torneio irá utilizar 16 estádios distintos: 11 nos Estados Unidos, três no Canadá e dois no México. Essa distribuição geográfica foi cuidadosamente planejada pelo Comitê Executivo da Fifa, levando em consideração a infraestrutura e a logística já existentes nos países anfitriões, o que resultou em uma significativa redução nos custos operacionais, ao mesmo tempo em que garantiu serviços de alta qualidade para as equipes e torcedores.
Historicamente, a edição de 2002, que foi co-sediada pelo Japão e Coreia do Sul, foi a única anterior a contar com mais de um anfitrião. Essa experiência ajudou a moldar a decisão da Fifa em expandir o número de sedes para o Mundial de 2026, considerando a necessidade de mais locais para a realização de jogos.
O evento terá seu início marcado no dia 11 de junho, com o jogo de abertura entre México e África do Sul, programado para às 16h (horário de Brasília) no Banorte Stadium, também conhecido como Estádio Azteca. Este estádio é emblemático, pois já foi palco de momentos históricos, incluindo a conquista do tri da seleção brasileira em 1970.
Essa mudança no formato da Copa do Mundo reflete uma evolução na maneira como a Fifa enxerga o torneio, buscando maior inclusão e diversidade com a participação de mais seleções. Com a Copa do Mundo de 2026, a expectativa é que o evento não apenas celebre o futebol, mas também promova um intercâmbio cultural entre os países anfitriões, proporcionando uma experiência única para todos os envolvidos.





