O Tribunal de Justiça do Paraná, por meio da Vara de Execuções Penais, concedeu prisão domiciliar a Jorge Guaranho, que foi condenado pelo assassinato do guarda municipal de Foz do Iguaçu, Marcelo Arruda. Guaranho foi sentenciado a 20 anos de prisão em um julgamento realizado em fevereiro do ano passado em Curitiba, e estava cumprindo pena em regime fechado no Complexo Médico Penal em Pinhais. O alvará de soltura foi emitido no dia 18 de março.
A condenação se deu por homicídio duplamente qualificado, caracterizado por motivo torpe e pelo risco que o ato representou a outras pessoas. O julgamento, inicialmente previsto para Foz do Iguaçu, foi transferido para Curitiba a pedido da defesa do réu. A defesa já havia tentado a prisão domiciliar diversas vezes, alegando que Guaranho necessita de cuidados médicos especiais devido ao seu estado de saúde.
De acordo com a decisão, ele deverá permanecer em casa, sendo monitorado eletronicamente. O crime ocorreu em 9 de julho de 2022, quando câmaras de segurança registraram Guaranho chegando ao local e disparando contra Arruda, que comemorava seu aniversário em uma festa ao lado de familiares e amigos. Na ocasião, Guaranho entrou no estacionamento ouvindo música que remetia ao ex-presidente Jair Bolsonaro.








