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Cerca de 250 pessoas invadem propriedade rural em Xambrê

Cerca de 250 pessoas invadiram uma propriedade rural no município de Xambrê, no noroeste do Paraná, neste sábado (27)....

Cerca de 250 pessoas invadiram uma propriedade rural no município de Xambrê, no noroeste do Paraná, neste sábado (27). Equipes da Polícia Militar, do 25º Batalhão, foram acionadas para acompanhar a situação e iniciar negociações. A Polícia Militar do Paraná informou que os invasores alegam ter autorização judicial baseada em suposta desapropriação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A informação ainda está sendo verificada. Uma advogada que representa o grupo chegou ao local recentemente, e as equipes aguardam a apresentação de documento que, em tese, autorizaria a entrada e ocupação da área. Caso a documentação não seja apresentada ou não exista, a situação será registrada em boletim de ocorrência para dar andamento às tratativas de reintegração de posse. A Polícia Militar também atuou para garantir a integridade física dos moradores da propriedade, que foram realocados de forma preventiva para evitar conflitos e preservar a segurança de todos os envolvidos. Os ocupantes afirmam fazer parte de dois grupos de mobilização social: o Movimento de Terra e Alimento e a Frente Nacional de Luta Campo e Cidade.

Cerca de 250 pessoas invadiram uma propriedade rural no município de Xambrê, no noroeste do Paraná, neste sábado (27).

Cerca de 250 pessoas invadiram uma propriedade rural no município de Xambrê, no noroeste do Paraná, neste sábado (27). Equipes da Polícia Militar, do 25º Batalhão, foram acionadas para acompanhar a situação e iniciar negociações.

A Polícia Militar do Paraná informou que os invasores alegam ter autorização judicial baseada em suposta desapropriação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A informação ainda está sendo verificada.

Uma advogada que representa o grupo chegou ao local recentemente, e as equipes aguardam a apresentação de documento que, em tese, autorizaria a entrada e ocupação da área. Caso a documentação não seja apresentada ou não exista, a situação será registrada em boletim de ocorrência para dar andamento às tratativas de reintegração de posse.

A Polícia Militar também atuou para garantir a integridade física dos moradores da propriedade, que foram realocados de forma preventiva para evitar conflitos e preservar a segurança de todos os envolvidos. Os ocupantes afirmam fazer parte de dois grupos de mobilização social: o Movimento de Terra e Alimento e a Frente Nacional de Luta Campo e Cidade.

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