O casal Anderson e Aline, acusado de manter um idoso de 76 anos em cárcere privado em Curitiba, foi ouvido pela Polícia Civil. A vítima, identificada como Antônio Marques, pai de Anderson, vivia isolado em um quarto da casa, sem acesso a televisão ou rádio e impedido de sair do local. Durante o depoimento, o casal apresentou versões divergentes. Anderson negou que o pai estivesse em cárcere privado e afirmou que todos os moradores permaneciam dentro de casa por medo de represálias de um irmão que morava com eles e que teria sido preso anteriormente. A explicação não convenceu a polícia e a situação se agravou após o depoimento de Aline, que apresentou uma versão diferente. Ela também negou que o idoso estivesse em cárcere privado e afirmou que não atendeu a polícia inicialmente por medo de uma suposta abordagem falsa. Questionada sobre o fato de Anderson estar no quarto tampando a boca do próprio pai no momento em que a polícia chegou, Aline alegou que o idoso apenas conversava. O relato do idoso contradiz as versões apresentadas pelo casal. Antônio afirmou à polícia que era impedido de circular pela casa e recebia alimentação precária. A principal motivação do crime pode estar relacionada à aposentadoria da vítima. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
O casal Anderson e Aline, acusado de manter um idoso de 76 anos em cárcere privado em Curitiba, foi ouvido pela Polícia Civil.
O casal Anderson e Aline, acusado de manter um idoso de 76 anos em cárcere privado em Curitiba, foi ouvido pela Polícia Civil. A vítima, identificada como Antônio Marques, pai de Anderson, vivia isolado em um quarto da casa, sem acesso a televisão ou rádio e impedido de sair do local.
Durante o depoimento, o casal apresentou versões divergentes. Anderson negou que o pai estivesse em cárcere privado e afirmou que todos os moradores permaneciam dentro de casa por medo de represálias de um irmão que morava com eles e que teria sido preso anteriormente.
“Ele era meio doido da cabeça e não gostava nem de mim nem do pai, o medo nosso era que ele fizesse alguma coisa lá”, disse Anderson ao delegado.
A explicação não convenceu a polícia e a situação se agravou após o depoimento de Aline, que apresentou uma versão diferente. Ela também negou que o idoso estivesse em cárcere privado e afirmou que não atendeu a polícia inicialmente por medo de uma suposta abordagem falsa.






