⏳ Carregando previsão...
TOPO 01
TOPO 01
TOPO 01

Cargueiro russo afunda no Mediterrâneo com reatores nucleares destinados à Coreia do Norte

Um cargueiro russo, carregado com dois reatores nucleares, afundou em dezembro de 2024 a 100 km da Espanha, levantando suspeitas de intervenção militar ocidental para impedir a...

Um cargueiro russo chamado Ursa Major afundou em circunstâncias enigmáticas a 100 quilômetros da costa da Espanha, em dezembro de 2024. A embarcação, que transportava dois reatores nucleares para submarinos, tinha como destino a Coreia do Norte. Informações indicam que o incidente pode ter sido resultado de uma ação militar ocidental para barrar a transferência de tecnologia nuclear para o regime de Kim Jong Un.

O acidente ocorreu semanas após a Coreia do Norte enviar 10 mil soldados para auxiliar a Rússia no conflito contra a Ucrânia. O Ursa Major sofreu três explosões em sua lateral antes de naufragar no Mar Mediterrâneo, resultando na morte de dois membros da tripulação.

Durante as investigações, o capitão do navio, Igor Anisimov, revelou que a carga estava disfarçada como "tampas de bueiro", enquanto na realidade continha componentes de reatores nucleares. Inicialmente, o material deveria ser entregue no porto de Rason, na Coreia do Norte. O Ursa Major, que já havia participado de operações na Síria, foi utilizado pela Rússia para contornar a fiscalização internacional.

Especialistas questionam a rota escolhida para o transporte, uma vez que a Rússia dispõe de uma extensa rede ferroviária para movimentar equipamentos em direção ao extremo oriente. Imagens de satélite indicam que a embarcação partiu de São Petersburgo com contêineres e guindastes de grande porte a bordo.

A perícia no casco do Ursa Major revelou um buraco de 50 centímetros, com o metal dobrado para dentro, o que levantou suspeitas sobre o uso de um torpedo do tipo Barracuda, uma arma que fura cascos sem a necessidade de explosivos. Apenas Estados Unidos, Rússia, Irã e alguns países da OTAN possuem acesso a essa tecnologia.

Nos últimos doze meses, aviões de reconhecimento de radiação dos Estados Unidos sobrevoaram a área do naufrágio em duas ocasiões distintas. Ademais, um navio espião russo esteve no local uma semana após o incidente, e quatro explosões adicionais foram registradas na região, possivelmente com o intuito de eliminar vestígios no fundo do mar.

Sugeridos:

PUBLICIDADE

LATERAL 01
LATERAL 01
LATERAL 01
LATERAL 01
LATERAL 01