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C.Vale projeta aumento de 84% na demanda energética e dialoga com a Copel

A C.Vale se prepara para uma nova fase de expansão industrial e projeta um crescimento de 84% na demanda de energia elétrica instalada nos próximos dez anos....

A cooperativa C.Vale planeja ampliar sua demanda de energia elétrica em 84% nos próximos dez anos, impulsionada pela expansão do complexo agroindustrial em Palotina e das unidades de produção e armazenagem de grãos em vários estados. A demanda atual de 38 MW deve chegar a 70 MW até 2036, com aumento de 79% no consumo anual, atingindo 429 GWh. Em reunião em 16 de dezembro, dirigentes da cooperativa apresentaram o Plano Decenal Energético à Copel, destacando a necessidade de reforço na infraestrutura elétrica para sustentar a expansão industrial e das propriedades rurais.

A C.Vale se prepara para uma nova fase de expansão industrial e projeta um crescimento de 84% na demanda de energia elétrica instalada nos próximos dez anos.

A cooperativa C.Vale se prepara para uma nova fase de expansão industrial e projeta um crescimento de 84% na demanda de energia elétrica instalada nos próximos dez anos. A demanda é impulsionada pela ampliação contínua de seu complexo agroindustrial em Palotina, no Oeste do Paraná, e das unidades de produção e armazenagem de grãos em diversos estados.

A projeção prevê que a demanda atual, de 38 megawatts (MW), chegue a 70 MW até 2036, acompanhada de um aumento de 79% no consumo anual de energia, que deve alcançar 429 gigawatts-hora (GWh). O tema foi discutido em reunião entre dirigentes da cooperativa e representantes da Copel, realizada em 16 de dezembro, na sede da C.Vale, em Palotina.

O encontro teve como objetivo apresentar o Plano Decenal Energético da cooperativa, detalhando as necessidades de fornecimento para sustentar a expansão de suas operações industriais e dos associados. O supervisor de Gestão de Energia e Comercialização da C.Vale, Felipe Ferreira, apresentou o estudo técnico que prevê investimentos estruturais nas indústrias de frango, tilápia e soja, nas amidonarias, nas unidades de termoprocessados e na rede de armazenagem de grãos.

Ele também destacou que o crescimento da produção agroindustrial exige reforços não apenas nas plantas industriais, mas também nas propriedades rurais integradas. “Muitos associados planejam investir em novos sistemas de produção de peixes, suínos e frangos.

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