A defesa do ex‑presidente Jair Bolsonaro pediu ao Supremo Tribunal Federal autorização para que ele receba assistência religiosa na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. O político cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por participação na trama golpista.
O pedido será apreciado pelo ministro Alexandre de Moraes. Os advogados destacam que a liberdade religiosa é direito fundamental assegurado a todos os cidadãos, inclusive aos que estão sob custódia estatal, e que a garantia abrange não apenas a preservação das convicções pessoais, mas também o pleno exercício da fé, mediante acompanhamento espiritual prestado por ministros religiosos de confiança do assistido.
Bolsonaro recebia acompanhamento espiritual semanal enquanto esteve em prisão domiciliar. não houve registro de incidente, prejuízo institucional ou perturbação da ordem pública durante as rezas na casa do ex‑presidente.
A participação em um grupo de orações foi inviabilizada após a transferência para a sede da PF em regime fechado. O ex‑presidente pediu assistência religiosa de dois políticos: o ex‑deputado federal e bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, e o deputado distrital e pastor Thiago Manzoni (PL).





