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Autorização de quebra de sigilos de Lulinha foi dada antes da CPMI do INSS

André Mendonça, do STF, permitiu a quebra dos sigilos de Lulinha antes da CPMI do INSS. Investigação envolve fraudes e repasses a seu nome....

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos sigilos bancário, telemático e fiscal de Fábio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. Essa autorização ocorreu antes do pedido da CPMI do INSS, que foi aprovado em 26 de outubro. A decisão foi baseada em uma solicitação da Polícia Federal, que investiga o envolvimento do empresário em fraudes.

Mensagens extraídas do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, mencionam o repasse de valores a “o filho do rapaz”, supostamente referindo-se a Lulinha. A CPMI do INSS também aprovou um requerimento que inclui a quebra de sigilo de outras instituições financeiras, como o Banco Master, e novas convocações de executivos envolvidos na investigação.

Na mesma reunião, a CPMI votou 87 requerimentos, incluindo o depoimento do empresário Paulo Camisotti, que é investigado por suposta participação nas fraudes. A defesa de Lulinha negou qualquer relação com as irregularidades relacionadas ao INSS, afirmando que ele não participou de desvios nem recebeu valores de fontes criminosas.

O presidente da comissão relatou tumulto durante a votação dos requerimentos, com empurra-empurra e troca de agressões, o que levou à interrupção da reunião. A CPMI continua a trabalhar na apuração das fraudes que afetaram aposentados e pensionistas em todo o Brasil.

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