O treinador Ancelotti, ao ser indagado sobre a ausência de Neymar em uma partida decisiva, afirmou que estava "esperando a prorrogação" e que não desejava alterar a formação da equipe, uma vez que o controle do jogo estava em suas mãos.
Essa resposta levanta questionamentos sobre a escolha do técnico em deixar um dos maiores talentos da seleção brasileira fora do campo em um momento crítico. A estratégia de esperar a prorrogação, embora possa ter sido uma decisão tática, parece ousada, considerando a importância de Neymar para a equipe.
Se a partida estava sob controle, muitos se perguntam por que não utilizá-lo para garantir a vitória ou ao menos aumentar a qualidade do ataque. A decisão pode ter sido influenciada por fatores internos ou físicos, ou ainda uma tentativa de proteger o jogador diante da intensidade do jogo.
Desde a convocação, a situação de Neymar tem sido marcada por incertezas e prazos não cumpridos, o que desperta dúvidas sobre sua real condição física. Ancelotti, ao optar por não escalar Neymar, pode estar demonstrando uma gestão de grupo que busca mostrar que o sucesso da equipe não depende apenas de um único jogador.
A ausência do atleta na partida contra o Japão, onde o técnico mencionou novamente a expectativa pela prorrogação, reforça esses questionamentos. A próxima partida da seleção está marcada para domingo, onde novas decisões de Ancelotti serão observadas com atenção.







