Renan Lodi, lateral-esquerdo, havia prometido que, ao retornar ao Brasil, vestiria a camisa rubro-negra do Athletico. Depois de deixar o Al-Hilal, na Arábia Saudita, ele treinou no CT do Caju por três meses para manter a forma, gerando expectativas na torcida, mas acabou sendo anunciado como reforço do Atlético-MG no último final de semana.
a permanência no Furacão não ocorreu porque ninguém o procurou para fechar um retorno, apesar de sua vontade de ficar no clube.
“Eu falei que queria ficar, essa foi a minha vontade, nunca escondi isso. Mas me chateia ficar treinando no clube por quase três meses e meio e ninguém vir consultar, discutir”, afirmou.
O diretor de futebol Eduardo Freedland apontou que a “insegurança jurídica” foi um fator que impediu o clube de buscar a contratação de Lodi. O impedimento estava relacionado ao impasse do jogador com o Al-Hilal, que não o havia inscrito no Campeonato Saudita por conta do limite de estrangeiros, fazendo com que ele só disputasse a Liga dos Campeões da Ásia.








