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Análise técnica da segurança e criptografia da urna eletrônica

A urna eletrônica brasileira é fundamental para a segurança do sistema eleitoral....
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A urna eletrônica no Brasil é essencial para o sistema eleitoral moderno, tendo sido criada para reduzir fraudes associadas ao voto em papel. Desde sua introdução, a tecnologia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) evoluiu, formando um complexo sistema de hardware e software para garantir que a vontade do eleitor seja devidamente registrada e apurada.

Os mecanismos de defesa da urna eletrônica têm como principal função não apenas registrar os votos, mas também preservar a confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações. Isso significa que o voto deve ser secreto, não pode ser alterado após o registro e o equipamento deve funcionar corretamente durante a votação. Além disso, o sistema deve permitir a auditabilidade, fornecendo provas de que o software executado é legítimo e que os resultados correspondem aos votos digitados.

A origem da urna eletrônica remonta à década de 1990, quando fraudes no sistema de cédulas de papel eram comuns. O desenvolvimento começou em 1995, com a primeira utilização oficial ocorrendo nas eleições municipais de 1996. Desde então, o sistema passou por várias atualizações, incluindo novos modelos que incorporam processadores mais rápidos e recursos de segurança, mantendo a lógica fundamental de funcionamento isolado.

A segurança da urna se baseia na “Cadeia de Confiança”, sendo um dispositivo isolado, sem conexão com a internet. A segurança lógica é sustentada por criptografia assimétrica e resumos digitais. O processo técnico inclui a cerimônia de assinatura digital e lacração, onde o código-fonte é inspecionado por entidades fiscalizadoras antes das eleições.

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