Nesta sexta-feira, 1º, entra em vigor o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que promete impactar diretamente as exportações brasileiras. De acordo com a CNI, mais de 80% dos produtos terão tarifa zerada na fase inicial, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, com 700 milhões de consumidores e aproximadamente 5 mil itens liberados. O acordo deve aumentar a competitividade dos setores industrial e agrícola, enquanto itens considerados sensíveis terão um período de transição de até 15 anos.
Na área da saúde, o Governo Federal anunciou a liberação de R$ 57,4 milhões para a construção de 22 novas unidades de saúde no Paraná, com a expectativa de início imediato das obras. O pacote é composto por 18 unidades básicas de saúde (UBSs) e quatro Centros de Atenção Psicossocial (Caps), visando ampliar o atendimento básico e de saúde mental. Os recursos são parte do Novo PAC Saúde e serão repassados diretamente aos municípios, com o intuito de reduzir filas no SUS e descentralizar os serviços de saúde no estado.
No que se refere ao sistema de pedágios free flow, o Contran suspendeu 3,4 milhões de multas aplicadas e deu um prazo de 200 dias, até 16 de novembro, para a regularização. Durante esse período, não serão aplicadas novas penalidades. Motoristas que pagarem as tarifas poderão recuperar pontos na CNH. Após o prazo, as multas e encargos voltam a ser cobrados, afetando usuários com débitos pendentes nas rodovias como a BR-277 e BR-369, onde o sistema já opera sob concessão.
A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) expressou sua oposição à admissibilidade da PEC que propõe o fim da jornada de trabalho 6×1, que foi aprovada na CCJ da Câmara. A Fiep alerta para os riscos que essa mudança pode trazer, como aumento de custos, perda de competitividade e impacto no emprego formal. A entidade defende que as alterações sejam promovidas através de negociações coletivas, garantindo flexibilidade e segurança jurídica para o setor produtivo.
Em Cascavel, o município ultrapassou a marca de 1 milhão de consultas médicas, totalizando mais de R$ 141 milhões em serviços prestados. A cidade está buscando agilizar o atendimento para cerca de 1 milhão de habitantes, refletindo um esforço local para melhorar a saúde pública.
Entidades do Paraná e a OAB-PR estão mobilizadas para retomar a criação de um Tribunal Regional Federal no estado, uma proposta que está suspensa desde 2013 por uma decisão liminar do STF. A criação do tribunal visa aliviar a sobrecarga do TRF4, que atualmente concentra processos do Sul, e é vista como uma forma de aumentar a eficiência da Justiça Federal na região.





