No primeiro mandato de Trump, a Casa Branca já enfrentou uma batalha legal semelhante, quando revogou o passe de imprensa do repórter da CNN, Jim Acosta, cujas credenciais foram eventualmente restauradas. Especialistas em Direito da Primeira Emenda afirmaram que a proibição atual dificilmente resistiria a um desafio legal, uma vez que Trump explicitamente vinculou sua decisão ao conteúdo das reportagens.
Bruce D Brown, presidente do Comitê de Repórteres para a Liberdade de Imprensa, classificou a ação como "discriminação de ponto de vista clássica", um tipo de violação que os tribunais têm historicamente rejeitado. Este cenário levanta preocupações sobre a Liberdade de Imprensa e o acesso à informação durante a administração atual.





