Carolina Silva Nascimento, de 22 anos, encontrou a aptidão para o críquete em Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais. Ela foi uma das jogadoras ouvidas pela reportagem do iG durante o treinamento da equipe na cidade mineira, que se transformou na casa do esporte no país.
O esporte que começou como brincadeira nos intervalos das aulas, ganhou proporções mundiais para ela. Carol já tem um objetivo traçado para o futuro: um dia representar o Brasil nos Jogos Olímpicos.
O projeto do críquete em Poços de Caldas já influênciou mais de 12.000 jovens. Matthew Ross Featherstone, CEO da Confederação Brasileira de Críquete, possui mais de 25 anos de experiência com o esporte e foi um dos responsáveis por implementar a modalidade no Brasil.
Depois de tantos anos morando no país, o inglês brilha os olhos quando pensa no futuro da Seleção Brasileira Feminina. Na mesma linha, Roberta Muretti, de 40 anos, também enxerga o esporte com otimismo. Ela acumula as funções de atleta e presidente da Confederação Brasileira de Críquete.








