O aumento de ataques de cães nas ruas de Cascavel, sobretudo por raças consideradas agressivas, levou a 39 casos no ano passado. A reportagem destaca a necessidade de manter a rédea curta, adestrar os animais e reforçar a fiscalização municipal, além de abordar os impactos nas vítimas e a discussão sobre a responsabilidade legal dos tutores.
Ataques de cães nas ruas de Cascavel aumentaram, com 39 casos registrados no ano passado, levando autoridades a reforçar fiscalização e chamar atenção para a necessidade de manter a rédea curta e adestrar os animais.
O cão, conhecido como o “melhor amigo do homem”, ocupa posições importantes em muitos lares, sendo considerado um verdadeiro membro da família. Nos últimos anos, o mercado pet cresceu, oferecendo alimentos, brinquedos e até festas para os pets, que agora têm portas abertas em shoppings e espaços exclusivos.
Novos edifícios são planejados pensando no bem‑estar dos animais, que recebem carinho e alegria de seus donos.
Independentemente de raça, tamanho, cor ou latido, os cães encantam crianças e idosos e são cada vez mais protegidos por leis e pelos donos, que investem mensalmente em banho, vacina, remédio e, quando necessário, em hospitais especializados. O avanço do “mundo animal” na última década reflete o amor e carinho que os animais dão aos humanos.
Entretanto, nem todo cão é amigo. No ano passado, vários ataques nas ruas de Cascavel, principalmente por raças consideradas agressivas como pitbull e rottweiler, acenderam um alerta sobre a confiabilidade dos animais.






