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Amiga de jovem perdido no Pico Paraná pode pagar quase R$ 13 mil de indenização

A denúncia apresentada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) contra Thayane Smith inclui pedido de indenização que soma quase R$ 13 mil, incluindo um prestação de serviços...

Ministério Público do Paraná (MPPR) apresentou denúncia contra Thayane Smith, requerendo indenização de quase R$ 13 mil. A proposta, feita pela 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, pede que a jovem pague reparação a Roberto Farias, que ficou perdido no Pico Paraná, e ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul. Segundo a denúncia, Thayane deve pagar três salários‑mínimos, equivalentes a R$ 4.863, em danos materiais e morais ao jovem, além de R$ 8.105 ao Corpo de Bombeiros, e prestar serviços por três meses, com carga de cinco horas semanais. O MPPR alega que Thayane omitiu socorro ao deixar Roberto no pico, mesmo após constatar a vulnerabilidade da vítima e os riscos do local. A denúncia afirma que a conduta da investigada é dolosa, pois ela tinha plena consciência da debilidade física de Roberto, das condições perigosas do trajeto e ainda assim optou por deixá‑o à própria sorte. O artigo 135 do Código Penal, que define omissão de socorro, fundamenta a acusação. Em nota, a advogada de Thayane informou que ainda não teve acesso aos autos e que se habilitará no processo, pois o processo segue em segredo de justiça.

A denúncia apresentada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) contra Thayane Smith inclui pedido de indenização que soma quase R$ 13 mil, incluindo um prestação de serviços ao Corpo de Bombeiros.

Ministério Público do Paraná (MPPR) apresentou denúncia contra Thayane Smith, requerendo indenização de quase R$ 13 mil. A proposta, feita pela 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, pede que a jovem pague reparação a Roberto Farias, que ficou perdido no Pico Paraná, e ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul.

Thayane deve pagar três salários‑mínimos, equivalentes a R$ 4.863, em danos materiais e morais ao jovem, além de R$ 8.105 ao Corpo de Bombeiros, e prestar serviços por três meses, com carga de cinco horas semanais. O MPPR alega que Thayane omitiu socorro ao deixar Roberto no pico, mesmo após constatar a vulnerabilidade da vítima e os riscos do local.

A denúncia afirma que a conduta da investigada é dolosa, pois ela tinha plena consciência da debilidade física de Roberto, das condições perigosas do trajeto e ainda assim optou por deixá‑o à própria sorte. O artigo 135 do Código Penal, que define omissão de socorro, fundamenta a acusação.

Em nota, a advogada de Thayane informou que ainda não teve acesso aos autos e que se habilitará no processo, pois o processo segue em segredo de justiça.

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