Arilson Chiorato é eleito com discurso desagregador

Arilson Chiorato é eleito com discurso desagregador

Apesar da vitória apertada do deputado estadual no processo eleitoral interno, ele comemorou alfinetando nas redes sociais Zeca Dirceu (PT), Arilson Chiorato disse que o resultado foi para devolver oficialmente o PT para os petistas, sugerindo que o adversário seria um laranja de outras forças de direita dentro do PT e não integrante da CNB (Construindo um Novo Brasil), mesma tendência do vencedor.

O discurso desagregador veio em um momento errado, o PT do Paraná está totalmente dividido para os próximos quatro anos, com novos militantes bucando um lugar no sol da bandeira vermelha.

A apuração mostrou o reinado de Gleisi Hoffmann (PT) desmoronando e perdendo a sustenção política na base.

A declaração de Arilson Chiorato indica para os próximos meses um período de discórdia interna, com mais trocas de acusações, podendo prejudicar a campanha de reeleição de Luiz Inacio Lula da Silva e até mesmo de Enio Verri ao governo do Paraná, sem falar do cargo ameaçado de ministra para Gleisi Hoffmann, já que o poder dela está escorrendo entre os dedos da base petista deixada de lado nos últimos anos pelo grupo vencedor.

Arilson Chiorato ganhou mais não vai levar o que tinha antes, o poder hoje está dividido praticamente entre o grupo de Gleisi Hoffmann e de Zeca Dirceu, podendo oscilar, conforme os interesses de integrantes do diretório estadual de membros da Democracia Socialista de Hermes Leão e da Militância Socialista, de Tadeu Veneri, além de outras tendência menores como Diálogo e Ação Petista (DAP), Movimento PT (MPT) e Articulação de Esquerda (AE).

A reeleição do atual presidente foi com 8.687 votos contra 8.374 de Zeca Dirceu, com 97.82% das urnas apuradas, em 269 municípios de um total de 275 possíveis.

No Paraná, Arilson Chiorato contou com apoios do primeiro escalão petista no Estado, como a ex-presidenta nacional do PT e atual ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann; Enio Verri, da ministra das Mulheres Márcia Lopes; do deputado Tadeu Veneri e do professor Hermes Leão, que disputaram o PED no primeiro turno, das deputadas estaduais Ana Júlia e Luciana Rafagnin, da deputada federal Lenir de Assis, do deputado federal Welton Welter e do vereador Angelo Vanhoni.

Zeca Dirceu, dos deputados Renato Freitas e Professor Lemos, além da base rejeitada por anos dentro do próprio PT.

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Fonte:Blog do Tupan

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