Horror em Araucária: Criança Autista de 4 Anos Encontrada Amarrada em Banheiro de Escola

Horror em Araucária: Criança Autista de 4 Anos Encontrada Amarrada em Banheiro de Escola

Um caso chocante de aparente maus-tratos infantis veio à tona em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, nesta segunda-feira (7). Uma criança autista de apenas quatro anos foi encontrada amarrada dentro do banheiro de uma escola particular, gerando indignação e mobilizando as autoridades. A Guarda Municipal foi acionada e constatou a terrível situação ao chegar no local.

Segundo as primeiras informações, o menino, que possui Transtorno do Espectro Autista (TEA) de grau 3, foi encontrado preso e imóvel no banheiro. Para amarrá-lo, foram utilizados materiais como cordas, barbantes e até uma cinta, o que demonstra a premeditação e crueldade do ato. Devido à sua condição, a criança não consegue se comunicar verbalmente, expressando seu sofrimento apenas através do choro.

A Guarda Municipal chegou ao local após uma denúncia anônima, o que levanta a suspeita de que essa não seria a primeira vez que a criança sofria maus-tratos. “Ao chegarem no local, encontraram o menino preso, totalmente imóvel no banheiro”, confirmou um dos agentes que atendeu à ocorrência. A situação causou grande comoção entre os presentes e reforça a necessidade de vigilância e denúncia em casos de suspeita de violência contra crianças.

Os responsáveis pela escola foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e responder pelas acusações. A Polícia Civil já iniciou a investigação para apurar as circunstâncias do ocorrido e identificar os responsáveis por tamanha atrocidade. O caso segue sob investigação, e a expectativa é que os culpados sejam responsabilizados na forma da lei.

Este incidente serve como um alerta para a importância de proteger e garantir o bem-estar de crianças com autismo, que são especialmente vulneráveis. A comunidade e as autoridades devem unir forças para prevenir e combater qualquer forma de violência e negligência contra os mais frágeis.

Fonte: http://massa.com.br

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