Roberto, desaparecido no Pico Paraná desde a virada do ano, tentou fazer sinal de fumaça para ser localizado. A irmã relatou que ele seguiu um rio, pulou de uma cachoeira, perdeu itens e não comeu desde 1º de janeiro. Ele ouviu helicóptero, mas não foi encontrado.
Renata Farias, irmã de Roberto, que está desaparecido no Pico Paraná desde a virada do ano, concedeu entrevista ao Balanço Geral em frente ao Hospital Municipal de Antonina, onde o irmão está internado.
Roberto seguiu um rio até chegar em uma fazenda. Em determinado momento, ele precisou pular de uma cachoeira depois de pegar uma saída errada no pico.
Ela contou que ele escolheu o lado errado, não conseguiu identificar o local, encontrou uma cachoeira e seguiu o rio. Ele perdeu o coturno na correnteza e os óculos.
Além disso, a irmã relatou que Roberto não comeu desde 1º de janeiro, pois não encontrou árvores frutíferas. Quando questionado sobre a possibilidade de comer folhas, ele disse que evitou por medo de serem venenosas.
Roberto também disse à irmã que sabia que estava sendo procurado, mas não tinha noção do tamanho das buscas. Em determinado momento, ele ouviu um helicóptero passando por onde estava, mas, mesmo gritando, não foi localizado.






