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Jovem de 21 anos é presa depois de atropelar e matar namorado e amiga

Uma jovem de 21 anos, Geovanna Proque da Silva, foi presa depois de atropelar e matar seu namorado, Raphael Canuto Costa, e a amiga Joyce Correa da...

Uma jovem de 21 anos, Geovanna Proque da Silva, foi presa depois de atropelar e matar seu namorado, Raphael Canuto Costa, e a amiga Joyce Correa da Silva, ambos de 21 e 22 anos, enquanto caminhavam de moto na zona sul de São Paulo na madrugada de domingo (28). O incidente ocorreu após Raphael ter marcado um churrasco em sua casa sem convidar Geovanna, o que teria provocado uma crise de ciúmes. Depois da discussão, Raphael foi até uma distribuidora, onde encontrou Joyce e a convidou para andar de moto. Geovanna, dirigindo um carro, perseguiu a motocicleta. Câmeras de segurança mostraram que ambos os veículos estavam em alta velocidade no momento da colisão. A motocicleta foi destruída e os dois foram arremessados. Eles ficaram presos sob carros estacionados. Geovanna tentou fugir, mas foi localizada por testemunhas. Moradores tentaram agredir a jovem, mas foram impedidos por policiais. A polícia relatou que Geovanna apresentava sinais de sonolência e afirmou ter usado antidepressivos antes do crime, mas reconheceu o que havia feito. Raphael e Joyce morreram no local. Geovanna foi presa e o caso foi registrado como homicídio qualificado e lesão corporal na direção de veículo automotor.

Uma jovem de 21 anos, Geovanna Proque da Silva, foi presa depois de atropelar e matar seu namorado, Raphael Canuto Costa, e a amiga Joyce Correa da Silva, ambos de 21 e 22 anos, enquanto caminhavam de moto na zona sul de São Paulo na madrugada de domingo (28).

Depois da discussão, Raphael foi até uma distribuidora, onde encontrou Joyce e a convidou para andar de moto. Geovanna, dirigindo um carro, perseguiu a motocicleta.

Câmeras de segurança mostraram que ambos os veículos estavam em alta velocidade no momento da colisão. A motocicleta foi destruída e os dois foram arremessados.

Eles ficaram presos sob carros estacionados. Geovanna tentou fugir, mas foi localizada por testemunhas.

Moradores tentaram agredir a jovem, mas foram impedidos por policiais. A polícia relatou que Geovanna apresentava sinais de sonolência e afirmou ter usado antidepressivos antes do crime, mas reconheceu o que havia feito.

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