Delegacia conclui que policial civil que atirou em homem no banheiro de bar em Curitiba agiu em legítima defesa. Vítima, Antônio Carlos Antunes, 51, morreu cinco dias depois de ser baleado na axila. Investigação durou três meses e concluiu que conflito começou por causa de copo na pia. Ministério Público decidirá se arquiva ou denuncia. Advogado do policial defende legítima defesa.
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa concluiu que o policial civil que atirou em um homem dentro do banheiro de um bar em Curitiba agiu em legítima defesa e sugeriu arquivamento do caso.
O comerciante Antônio Carlos Antunes, de 51 anos, morreu no hospital cinco dias após ser baleado na região da axila. Antunes e o policial Marcelo Mariano Pereira, que estava armado, se desentenderam por causa de um copo na pia do banheiro.
O inquérito policial é assinado pelo delegado Ivo Vianna. A conclusão acontece após a análise dos laudos da perícia, da oitiva de testemunhas e do policial acusado, e da realização da reconstituição da briga que culminou com a morte do comerciante.
A investigação durou três meses.
Cabe agora ao Ministério Público do Paraná decidir se acata a recomendação do delegado pelo arquivamento, se pede novas diligências da polícia ou se apresenta à Justiça a denúncia contra o policial civil pelo crime de homicídio. Neste caso, Pereira pode ser julgado pelo júri popular.






