O que fazer diante de uma identificação sistêmica? Quando um membro atual se identifica com um da geração anterior, costuma ocorrer em famílias onde o antepassado foi excluído, rejeitado e desprezado. O membro presente sofre da mesma rejeição, desprezo e exclusão que o antepassado enfrentou. Assim, conflitos não resolvidos da geração passada reaparecem na atual como “fantasmas” visíveis nas ações e emoções. Se houver indícios de identificação, recomenda‑se buscar um terapeuta sistêmico, pois o processo é complexo e exige experiência. Caso você perceba que está emaranhado com outro membro do seu sistema familiar, pode realizar uma dinâmica sistêmica. Primeiro, imagine a pessoa excluída ao seu lado, dê‑lhe um lugar no coração, fale interiormente seu amor e reconheça‑a curvando‑se interiormente. A solução ocorre quando o membro atual se separa do antepassado, processo de “desidentificação”. Ao fazer a dinâmica, o antepassado se retira e volta ao seu lugar. O que o antepassado rejeitado, desprezado e excluído deseja é ser visto e reconhecido como pertencente à família. Quando isso acontece, a alma dele se pacifica e o sistema volta à ordem. José Luiz Ames e Rosana Marcelino Ames são consteladores familiares e terapeutas sistêmicos que conduzem a Amparar. Siga no Instagram, YouTube e Facebook. O post Coluna Amparar apareceu primeiro em O Paraná – Jornal de Fato.
O que fazer diante de uma identificação sistêmica?
O que fazer diante de uma identificação sistêmica? Quando um membro atual se identifica com um da geração anterior, costuma ocorrer em famílias onde o antepassado foi excluído, rejeitado e desprezado.
O membro presente sofre da mesma rejeição, desprezo e exclusão que o antepassado enfrentou. Assim, conflitos não resolvidos da geração passada reaparecem na atual como “fantasmas” visíveis nas ações e emoções.
Se houver indícios de identificação, recomenda‑se buscar um terapeuta sistêmico, pois o processo é complexo e exige experiência. Caso você perceba que está emaranhado com outro membro do seu sistema familiar, pode realizar uma dinâmica sistêmica.
Primeiro, imagine a pessoa excluída ao seu lado, dê‑lhe um lugar no coração, fale interiormente seu amor e reconheça‑a curvando‑se interiormente. A solução ocorre quando o membro atual se separa do antepassado, processo de “desidentificação”.



