A dentista Kauany Tonndorf, 24 anos, contou como seu relacionamento terminou em cerca de 12 horas de cárcere privado, tortura, agressões psicológicas e abusos sexuais, cometidos pelo então companheiro em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
O relato foi divulgado nesta segunda (15), dias após a prisão do suspeito, que responde por tentativa de feminicídio, estupro de vulnerável, tortura, lesão corporal, ameaça e registro não autorizado de intimidade sexual.
A dentista torturada em Pinhais foi espancada com chutes e socos.
A Polícia Civil do Paraná informou que a dentista procurou a corporação depois de ser torturada em 7 de dezembro. Ela disse que foi mantida em cárcere privado por cerca de 12 horas, durante as quais sofreu socos, chutes, puxões de cabelo, chineladas, injúrias e ameaças de morte.
As agressões terminaram quando ela conseguiu fugir da casa.





