Suspeito teria cortado cadeado de imóvel onde estava uma criança de 10 anos; pai da menor ouviu os gritos e reagiu desarmando o homem –
Um homem de 50 anos foi internado em estado grave na manhã deste sábado (31) após ser atingido na cabeça por golpes de enxada durante uma suposta invasão a uma residência em Cascavel, no oeste do Paraná. O caso ocorreu no Conjunto Abelha. Segundo informações apuradas no local, o suspeito teria rompido um cadeado para entrar no imóvel, onde estava uma criança de 10 anos.
Ao perceber a entrada do homem, a criança começou a gritar por socorro, chamando a atenção de seu pai, que mora na casa vizinha. O morador correu até o local da invasão, conseguiu desarmar o suspeito tomando a enxada que ele segurava e, em seguida, utilizou a própria ferramenta para golpeá-lo. O invasor acabou caindo na calçada da via, apresentando ferimentos severos no crânio e um sangramento intenso.
O atendimento de urgência foi prestado por socorristas do Siate, que trabalharam em conjunto com um médico e um oficial de área do Corpo de Bombeiros. Após ser estabilizado no local, o homem foi encaminhado diretamente ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) devido à gravidade do trauma. As autoridades policiais competentes agora deverão apurar todas as circunstâncias da ocorrência para definir as medidas legais cabíveis sobre a invasão e a agressão.
Com informações do TNOnline, parceiro do Portal aRede.
RESUMO
Invasão de residência em Cascavel: Um homem de 50 anos rompeu o cadeado de um imóvel no Conjunto Abelha, onde estava uma criança de 10 anos, a qual gritou por socorro ao perceber o invasor.
Reação do morador e agressão: O pai da criança, que reside na casa vizinha, correu ao local, tomou a enxada que o suspeito segurava e o golpeou na cabeça para contê-lo, deixando-o caído na calçada com ferimentos graves no crânio.
Atendimento médico e investigação: O homem foi socorrido por equipes do Siate e do Corpo de Bombeiros, sendo encaminhado em estado grave ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP), enquanto as autoridades policiais apuram os fatos.
Fonte:A Rede PG





