O processo movido em 2021 por Agripino Magalhães contra Neymar, do Santos, teve novos desdobramentos nesta terça-feira (27/10). O autor da ação sustenta que o tribunal indeferiu seus pedidos de produção de provas anteriormente e requer que o feito não passe por julgamento neste momento.
Magalhães pediu autorização para apresentar as provas e afirmou que a recusa ao seu pedido poderá configurar cerceamento da defesa e "infringirá a legislação pacífica do Supremo Tribunal Federal". Ele também acusou a advogada do atleta de atrasar o processo e mentir para o juiz, pedindo a abertura de um processo criminal contra ela.
Na ação original, o ativista acusou Neymar de planejar um assalto armado contra ele após iniciar uma série de denúncias contra o jogador por supostas práticas de homofobia. O ativista também acusa o advogado de Neymar, Davi de Paiva Costa Tangerina, por ameaças de morte.
Segundo Magalhães, ele sofreu ameaças de Neymar e de seu advogado. No inquérito, constam supostos diálogos homofóbicos do craque com amigos. Nessas conversas, Neymar e os amigos estariam falando do modelo Tiago Ramos, ex-namorado de Nadine Gonçalves, mãe do jogador. O ativista relata que o jogador passou a vociferar contra Tiago sinalizando que os gays "deveriam ser mortos e empalados vivos".
A defesa do ativista também alegou, na época, que ameaças escritas e veladas passaram a ser pontuais. Agripino cobra de Neymar e de seu advogado indenização de R$ 1 milhão por danos morais, além de R$ 42 mil por danos materiais.





