Uma mulher de 59 anos, cadeirante, foi agredida pela filha com um cabo de vassoura dentro de casa, em Mandaguari, no Norte do Paraná. A ocorrência chegou à Polícia Militar do Paraná (PMPR) por meio de uma denúncia feita por um vizinho, que relatou que as discussões entre as duas eram frequentes. A suspeita foi presa em flagrante e encaminhada à delegacia.
Policiais do 32º Batalhão da PMPR foram até o endereço após receberem a denúncia. Ao chegarem, encontraram a vítima com o olho inchado e sinais de lesão. Segundo o relato apresentado à equipe, a filha teria utilizado um cabo de vassoura para agredir a mãe durante mais um episódio de conflito dentro da residência.
O vizinho que acionou a polícia afirmou ter registrado a agressão em vídeo. De acordo com o aspirante Victor Hugo, da Polícia Militar, o homem relatou que as discussões entre mãe e filha aconteciam repetidamente e que, no episódio denunciado, a mulher de 59 anos teria sido atingida com o objeto.
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Após o atendimento inicial, a vítima foi encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal para receber cuidados médicos. Não foram divulgados detalhes sobre a extensão dos ferimentos nem informações atualizadas sobre seu estado de saúde.
A filha foi conduzida à delegacia por suspeita de lesão corporal. O vizinho que denunciou o caso também compareceu à unidade policial para prestar depoimento. O vídeo mencionado no relato poderá contribuir para o esclarecimento das circunstâncias da ocorrência, embora não tenham sido divulgadas informações sobre seu conteúdo integral ou sobre eventual incorporação formal às provas da investigação.
Até o momento, não foram divulgados os nomes da vítima e da suspeita, nem o endereço exato onde a agressão ocorreu. Também não há informações sobre o que teria provocado a discussão, quantos golpes teriam sido desferidos ou se a mulher sofreu outras lesões além das observadas no olho.
As informações disponíveis tampouco esclarecem se havia registros anteriores de violência entre as duas, se foram solicitadas medidas protetivas ou se o caso está sendo investigado com base na Lei Maria da Penha. A condição de cadeirante da vítima também não foi apontada pelas autoridades como fator relacionado à agressão.
A investigação deverá esclarecer a sequência dos acontecimentos, as circunstâncias da violência denunciada e as responsabilidades envolvidas. Até a divulgação de novas informações pelas autoridades, permanecem sem resposta questões sobre o histórico de conflitos familiares, a motivação do episódio e as condições de saúde da vítima após o atendimento médico.
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Fonte:Paraná Jornal





