A crise envolvendo Estêvão e o técnico Xabi Alonso no Chelsea pode acarretar uma perda financeira significativa para o Palmeiras, que pode deixar de receber R$ 96 milhões. Desde o início da temporada, Estêvão não tem encontrado espaço no time inglês, o que coloca em risco o cumprimento de metas estabelecidas em seu contrato e, consequentemente, o recebimento de bônus pelo clube brasileiro.
O jogador foi negociado por 61,5 milhões de euros, o equivalente a R$ 361 milhões, dos quais 45 milhões de euros (R$ 264 milhões) são garantidos. Os restantes 16,5 milhões de euros (R$ 96,9 milhões) estão condicionados ao cumprimento de determinados objetivos. O Palmeiras detém 70% do valor total da transação.
Uma das principais metas estipuladas no contrato de Estêvão é a participação em 70 partidas pelo Chelsea ao longo de duas temporadas. Até o momento, no entanto, o jogador contabiliza apenas 39 jogos com a equipe. Além disso, o contrato também inclui um objetivo relacionado ao prêmio Golden Boy, destinado ao melhor jogador com menos de 21 anos da temporada europeia.
A situação de Estêvão chamou a atenção do Barcelona, que passou a monitorar o jogador. O diretor esportivo Deco, que já conhecia o atleta dos tempos de Palmeiras, mantém Estêvão sob observação. Até agora, não houve proposta formal ou negociação aberta, e a equipe do jogador não está considerando uma saída imediata do Chelsea.
A janela de transferências europeia pode influenciar essa situação, já que janeiro será a próxima oportunidade para mudanças de clube durante a temporada, caso o interesse do Barcelona se concretize em uma negociação.





