A pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta terça-feira (29), indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida para o segundo turno das eleições. Na comparação com o levantamento anterior, realizado em 23 de setembro, Lula registrou uma leve queda de 47,7% para 47,6% nas intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou positivamente em 0,3%, alcançando 47,7%. Além disso, 4,8% dos entrevistados afirmaram que votariam nulo, em branco ou não souberam definir seu voto.
Devido à margem de erro da pesquisa, que é de um ponto percentual, ambos os candidatos estão tecnicamente empatados, o que intensifica a disputa entre eles. Nos outros cenários estimulados, em que os eleitores conhecem os candidatos antes de manifestar suas preferências, Lula mantém vantagem sobre os demais concorrentes.
Nos números apresentados, quando confrontado com o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula ficou com 43,4% das intenções de voto, enquanto 10,8% dos entrevistados optaram por brancos, nulos ou não souberam responder. Em um cenário com o escritor Augusto Cury (Avante), Lula também se destacou, com 36,1% das intenções, enquanto 17,7% não souberam ou preferiram não responder.
A pesquisa também incluiu Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), com Lula obtendo 28,9% e 41,2%, respectivamente, sempre com uma parcela significativa de entrevistados indicando que não sabem ou optam por não responder.
Observando os dados do primeiro turno, a pesquisa AtlasIntel revelou que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro apresentaram oscilações negativas em relação ao levantamento anterior. Lula passou de 45,8% para 45,3%, enquanto Flávio caiu de 43,4% para 42,2%. Apesar dessas flutuações, a pesquisa sugere que a disputa entre os dois candidatos no segundo turno permanece acirrada.
No primeiro turno, Flávio Bolsonaro foi apontado com 42,2% das intenções de voto. Renan Santos obteve 5,2%, Augusto Cury 2%, Ronaldo Caiado 1,8% e Romeu Zema 0,9%. A soma dos demais candidatos representou 1,4%, e 2,1% dos entrevistados se declararam indecisos.





