A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou uma decisão significativa ao revogar, nesta segunda-feira (10 de agosto de 2026), restrições que impediam a venda e a promoção de medicamentos por meio de plataformas digitais, incluindo iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino e Americanas.
Na última quinta-feira (6), a Anvisa já havia liberado a comercialização de medicamentos na plataforma Shopee, indicando um movimento em direção à modernização das práticas de venda de produtos farmacêuticos. Contudo, a agência ressaltou que as empresas não estão isentas de seguir as normas de regulamentação sanitária que são aplicáveis a esses produtos.
Em sua nota oficial, a Anvisa enfatizou que a revogação das proibições não representa uma autorização automática para a comercialização de medicamentos. A aplicação da Lei 15.357/2026, que permite que farmácias e drogarias devidamente licenciadas utilizem canais digitais e plataformas de e-commerce para a entrega de medicamentos, dependerá de uma regulamentação específica que será elaborada pela própria agência.
Essa mudança ocorre em um contexto em que a digitalização dos serviços de saúde está em ascensão, permitindo que os consumidores tenham mais facilidade no acesso a medicamentos. Entretanto, a Anvisa reafirmou a importância de manter o controle sobre a venda desses produtos, visando a segurança e a saúde pública.
Além das mudanças nas regulamentações, a situação econômica no estado está preocupante. Uma pesquisa realizada pela CNC e pela Fecomércio PR revelou que 87,2% das famílias estão endividadas, sendo que 17,9% delas têm contas em atraso, refletindo um cenário financeiro desafiador para muitos cidadãos.
No âmbito educacional, Maria Eduarda Hardt, aluna do Colégio Cívico-Militar Mahatma Gandhi, foi eleita para assumir um novo cargo, promovendo a cidadania ativa entre os estudantes. Esse tipo de iniciativa busca engajar os jovens na participação social.





