A Caixa Econômica Federal finaliza nesta sexta-feira (31 de julho de 2026) o pagamento da parcela referente ao mês de julho do Programa Bolsa Família. Os beneficiários que possuem Número de Inscrição Social (NIS) com final 0 são os que recebem o pagamento nesta data. O valor médio do benefício neste mês está fixado em R$ 679,19.
No último dia 20, moradores de 175 municípios, localizados em seis estados, já haviam recebido a parcela, independentemente do último dígito do NIS. Essa medida de pagamento unificado teve como objetivo atender áreas em situação de emergência ou calamidade pública.
O valor mínimo do Bolsa Família é de R$ 600, que é complementado por três benefícios adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz, por exemplo, oferece seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês com até seis meses, visando garantir a alimentação adequada das crianças. Além disso, há um acréscimo de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos, e um adicional de R$ 150 para aquelas com crianças de até 6 anos.
Tradicionalmente, os pagamentos do Bolsa Família são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários têm a possibilidade de consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas por meio do aplicativo Caixa Tem, que gerencia as contas poupança digitais do banco.
Desde junho de 2023, está em vigor a regra de proteção, que permite que famílias que aumentam sua renda recebam 50% do benefício que teriam direito por até dois anos, desde que cada membro receba até meio salário mínimo. Contudo, a permanência nessa regra foi reduzida de dois para um ano a partir de junho do ano passado. Aqueles que entraram na regra antes de maio de 2025 continuam a ter o direito de receber metade do benefício por dois anos.
Outra mudança significativa foi a eliminação do desconto do Seguro Defeso para os beneficiários do Bolsa Família, conforme estipulado pela Lei 14.601/2023. Essa alteração resgatou o Programa Bolsa Família (PBF), que anteriormente descontava o seguro de pessoas que vivem exclusivamente da pesca artesanal e que enfrentam restrições durante o período de piracema.







