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Teoria da conspiração Argentina ganha força após derrota na Copa de 2026

Após a final da Copa do Mundo de 2026, torcedores argentinos acreditam que o resultado foi manipulado a favor da Espanha. A teoria envolve diversos elementos, desde...

Os torcedores argentinos estão convencidos de que a final da Copa do Mundo de 2026 já havia sido decidida em favor da seleção da Espanha, antes mesmo da partida realizada no último domingo (19), em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Essa crença gerou uma "teoria da conspiração" que tem circulado amplamente nas redes sociais, especialmente após a vitória espanhola por 1 a 0 contra a Albiceleste na prorrogação.

De acordo com essa teoria, existem pelo menos oito razões que justificariam a ideia de que a decisão da Copa de 2026 estava "vendida" para a Espanha, mesmo que a Argentina não tenha conseguido realizar um único chute a gol durante os 90 minutos de jogo. A narrativa conspiratória persiste, mesmo com o técnico Lionel Scaloni tendo declarado que a derrota ocorreu porque a Espanha foi superior em campo, sem atribuir o resultado a fatores externos como a arbitragem.

Entre os argumentos apresentados pelos defensores da teoria, destacam-se elementos que vão desde a ausência de jogadores importantes até situações ocorridas durante a cerimônia de premiação. Por exemplo, Diego Simeone, treinador do Atlético de Madrid, não esteve presente na final, apesar de ter assistido a quase todos os jogos da Argentina. Além disso, a família de Lionel Messi TAMBÉM não compareceu ao evento, o que gerou especulações.

Outros pontos levantados incluem a dificuldade da Argentina em manter a posse de bola, a escolha de substituições feitas por Scaloni, e a ausência de Lautaro Martínez, que havia sido fundamental na vitória contra a Inglaterra, sem jogar um único minuto na final. A expulsão de Enzo Fernández, que recebeu dois cartões amarelos, e a falta de presença do presidente argentino, Javier Milei, TAMBÉM foram mencionadas. Outro detalhe controverso foi a interação de Cucho Romero com Donald Trump, que não ocorreu durante a cerimônia de entrega das medalhas.

A Espanha, por sua vez, teve um caminho desafiador na Copa do Mundo de 2026, após um início frustrante com um empate contra Cabo Verde. No entanto, a seleção conseguiu se recuperar, vencendo a Arábia Saudita e o Uruguai, e se consolidou como líder do Grupo H. No mata-mata, a equipe espanhola derrotou a Áustria por 3 a 0 e, posteriormente, venceu Portugal por 1 a 0, reeditando o clássico da Península Ibérica de 2010.

Na fase de quartas de final, a Espanha enfrentou a Bélgica, onde novamente conseguiu uma vitória apertada por 2 a 1, com Mikel Merino se destacando ao marcar gols decisivos. Na semifinal, a seleção superou a França, que era considerada favorita, com uma atuação dominante, vencendo por 2 a 0, com gols de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro.

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