O Presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, reiterou sua defesa pela ampliação da Copa do Mundo para 64 seleções, durante uma publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (20). A declaração foi feita um dia após a final da edição de 2026, que já trouxe mudanças significativas ao formato do torneio.
Domínguez afirmou que a Copa do Mundo de 2030, que marcará o centenário da competição, oferece uma oportunidade única para reunir um número maior de seleções. "O próximo Mundial será em casa. Em 2030, Uruguai, Argentina e Paraguai receberão a Copa. Será uma grande oportunidade para celebrar o centenário com uma competição reunindo 64 seleções", declarou o dirigente.
Para o torneio de 2030, Espanha, Portugal e Marrocos estão designados como sedes principais, enquanto Uruguai, Argentina e Paraguai receberão algumas partidas simbólicas em homenagem aos 100 anos do evento. A abertura do Mundial está prevista para ocorrer no Uruguai, local que sediou a primeira edição da Copa em 1930.
A proposta de Domínguez para aumentar o número de participantes vem na esteira da recente expansão promovida pela Fifa, que aumentou de 32 para 48 seleções na Copa do Mundo de 2026, a maior mudança na história da competição até o momento.
No dia anterior, Domínguez já havia expressado sua visão sobre o futuro do torneio, destacando o sonho de comemorar o centenário da Copa do Mundo da Fifa com a presença de 64 equipes. "Nos vemos em casa em 2030, com o sonho de celebrar o centenário da Copa do Mundo da Fifa com 64 equipes", afirmou.
Além de sua proposta de ampliação, Domínguez também elogiou a edição de 2026, considerando-a um sucesso e parabenizando o presidente da Fifa, Gianni Infantino, pela organização do evento. "Vivemos uma Copa do Mundo histórica, a primeira com 48 seleções, e foi um enorme sucesso. Parabéns ao meu amigo Gianni Infantino e a toda a Fifa por realizarem uma competição extraordinária. Também parabenizo a Espanha pela conquista do título", completou Domínguez.







