O ministro do STF, Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane Barci, foram retirados da lista de sanções da Lei Magnitsky pelos EUA após negociações diplomáticas. A medida, que durou cinco meses, foi motivada pela atuação de Moraes na ação que condenou o ex‑presidente Jair Bolsonaro. A exclusão foi confirmada pelo Departamento de Estado e sinaliza fortalecimento das relações bilaterais.
O governo dos Estados Unidos retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane Barci, da lista de sanções da Lei Magnitsky nesta sexta-feira.
O governo dos Estados Unidos retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane Barci, da lista de sanções da Lei Magnitsky nesta sexta-feira (12). A medida foi oficializada após negociações diretas entre autoridades brasileiras e representantes do governo norte‑americano, indicando melhora nas relações diplomáticas entre os países.
A aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes e sua esposa durou cinco meses e foi motivada pela atuação do ministro como relator da ação que culminou na condenação do ex‑presidente Jair Bolsonaro e de seus aliados.
Moraes foi sancionado em julho. Viviane foi incluída em setembro, junto com a empresa da família, Lex Instituto de Estudos Jurídicos.
Desde a inclusão na lista, Alexandre de Moraes e Viviane enfrentavam restrições financeiras e de viagens, que permite sanções a indivíduos acusados de violar direitos humanos ou de envolvimento em corrupção global.





