⏳ Carregando previsão...
TOPO 01
TOPO 01
TOPO 01

Hino Nacional Brasileiro é eleito o mais bonito da Copa do Mundo 2026

O Hino Nacional do Brasil recebeu o título de mais bonito na avaliação do The New York Times, destacando sua introdução orquestral e suas letras marcantes. A...

O Hino Nacional Brasileiro foi escolhido como o mais bonito entre os 48 hinos dos países que participam da Copa do Mundo de Futebol 2026, de acordo com uma avaliação do jornal norte-americano The New York Times. A reportagem, divulgada na última sexta-feira (19), traz uma análise musical que combina crítica e leveza.

O jornalista Tim Spiers, responsável pelo texto, elogiou a "gloriosa introdução orquestral de 28 segundos" do hino, que é uma composição de Francisco Manuel da Silva (1795–1865) e Joaquim Osório Duque Estrada (1870–1927). Spiers destacou que, apesar de sua duração de quase dois minutos, a música deixa uma sensação de que poderia durar mais, ressaltando que a letra fala sobre a coragem em batalhas e o amor à pátria.

O texto ainda recorda a execução do Hino Nacional na Copa do Mundo de 2014, quando jogadores e torcedores cantaram em uníssono, criando um clima vibrante. Contudo, após a marcante derrota por 7 a 1 para a Alemanha, o hino ganhou um tom de desespero nas análises da imprensa esportiva brasileira. O jornalista fez uma comparação com a partida contra Marrocos, mencionando que o clima foi mais contido e menos emotivo do que o de 2014.

O ranking do NYT TAMBÉM incluiu a música da Inglaterra, "Deus Salve o Rei", que ficou em último lugar, com críticas sobre sua melodia e letra. Essa análise foi feita pela equipe da editoria esportiva do jornal, The Athletic, que está baseada na Inglaterra.

Os versos do Hino Nacional foram oficialmente incorporados em 6 de setembro de 1922, após vencer um concurso durante as celebrações do centenário da Independência do Brasil. Essa linguagem rebuscada reflete o estilo literário da época e a importância do hino na cultura nacional.

Francisco Manuel da Silva, nascido no Rio de Janeiro, foi maestro, violoncelista e professor de música, atuando na Capela Real e deixando um legado significativo na música do período imperial. Ele faleceu aos 69 anos. Joaquim Osório Duque Estrada, por sua vez, foi poeta e jornalista, vinculado ao movimento parnasiano, nasceu em Pati do Alferes e faleceu aos 56 anos.

Sugeridos:

PUBLICIDADE

LATERAL 01
LATERAL 01
LATERAL 01
LATERAL 01
LATERAL 01