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Operação Déjà-vu do Gaeco investiga Vereador Lórens Nogueira por suspeitas de corrupção

Na manhã desta terça-feira (26), o Vereador Lórens Nogueira (PP) foi alvo de uma operação do Gaeco, que cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em Curitiba,...

A operação denominada Déjà-vu, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MP-PR), teve como alvo o Vereador Lórens Nogueira, do Partido Progressista (PP), na manhã desta terça-feira (26). O objetivo da ação foi cumprir 13 mandados de busca e apreensão relacionados a investigações sobre a prática de crimes de ‘rachadinha’ e peculato, conforme estabelecido nos artigos 316 e 312 do Código Penal Brasileiro.

Durante a execução da operação, os agentes localizaram duas malas contendo quantias significativas em dinheiro, além de equipamentos eletrônicos que serão submetidos a perícia. O MPPR informou que as ordens judiciais foram emitidas pela Vara de Garantias da Comarca e executadas em locais associados aos investigados, incluindo a sede da Câmara Municipal de Curitiba (CMC).

A CMC confirmou a presença dos agentes do Gaeco em suas dependências e autorizou o acesso às instalações do prédio. A Câmara emitiu uma nota esclarecendo que, no início da manhã, cumpriu um mandado de busca e apreensão no gabinete do Vereador Lórens Nogueira. A CMC se colocou à disposição para colaborar com a investigação e destacou que não tem conhecimento dos fatos que motivaram a operação.

O vereador expressou surpresa com a operação e mencionou que até o momento não teve acesso ao conteúdo da investigação, desconhecendo as razões que levaram à ação do Gaeco. Ele se comprometeu a fazer uma manifestação pública assim que obtiver informações completas sobre o caso, ressaltando a importância da transparência e da apuração correta dos eventos.

A operação recebeu o nome de Déjà-vu em referência a investigações anteriores do MP relacionadas a casos de ‘rachadinha’, um esquema ilegal em que políticos ou assessores exigem a devolução de parte dos salários de funcionários contratados para trabalhar em gabinetes públicos. Essa prática, que tem sido alvo de diversas operações, levanta preocupações sobre a integridade na administração pública e o uso indevido de recursos públicos.

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